ENERGIA CONSUMIDA PARA O CORTE DE BASE DE CANA-DE-AÇÚCAR

Autores

  • Lorival Rodrigues Vieira Graduando da Faculdade de Tecnologia de Sertãozinho SP
  • Evaldo Ferezin Professor Doutor da Faculdade de Tecnologia de Sertãozinho SP
  • Rouverson Pereira da Silva Professor Adjunto III Departamento de Engenharia Rural Univ Estadual Paulista, Jaboticabal SP
  • Adão Felipe dos Santos Doutorando, Departamento de Engenharia Rural Univ Estadual Paulista, Jaboticabal - SP

Palavras-chave:

Corte basal, Colheita mecanizada, Consumo de energia

Resumo

O corte de base na colheita mecanizada da cana-de-açúcar tem grande relevância para a colheita mecanizada, podendo influenciar na qualidade da soqueira e, consequentemente, na longevidade do canavial. As variedades de cana-de-açúcar atualmente disponíveis para a indústria apresentam diferentes parâmetros tecnológicos e, neste sentido, a fibra, além de refletir na eficiência da extração da moenda, também poderá refletir no desgaste das facas do
mecanismo de corte basal e na qualidade do corte realizado. Objetivou-se neste trabalho, avaliar a energia necessária para a realização do corte de base de cinco variedades de cana-deaçúcar (IAC 911099, SP 801816, IAC SP 955000, RB 966928 e CTC 02), em duas posições de corte (nó e entrenó). Constatou-se que a variedade SP 801816, independentemente da posição de corte, apresentou maior necessidade de energia/área para a realização do corte de base quando comparada com a variedade IAC SP 955000. As demais variedades não apresentaram diferenças na energia consumida para o corte de base.

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Publicado

20/12/2018

Como Citar

VIEIRA, L. R.; FEREZIN, E.; DA SILVA, R. P.; DOS SANTOS, A. F. ENERGIA CONSUMIDA PARA O CORTE DE BASE DE CANA-DE-AÇÚCAR. Ciência & Tecnologia, [S. l.], v. 10, n. 1, p. 28-33, 2018. Disponível em: https://citec.fatecjab.edu.br/index.php/citec/article/view/3. Acesso em: 31 jul. 2021.

Edição

Seção

Engenharia, Tecnologia e Gestão